Município Virtual

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Visão Geral e Funcionamento

O apresentante Banco do Brasil, por particularidade própria, não consegue enviar títulos para municípios onde não possui agência. Pensando nisso, desenvolvemos a solução do município virtual.

Exemplo de Configuração

Para explicar, usaremos os seguintes municípios como exemplo:

  • Município A: Possui agência do Banco do Brasil (Código IBGE: 3311111).
  • Município B: Não possui agência do Banco do Brasil (Código IBGE: 3322222).

Processo de Criação (CRA):

  1. A CRA cria o município virtual “Município A II”, derivado do município “A” (pois este possui agência).
  2. O código IBGE deste município virtual será 3911111.
  3. Em seguida, a CRA cria dois cartórios virtuais, e o Banco do Brasil fornece os códigos para eles:
    • Cartório virtual A II (Código: 99)
    • Cartório virtual B II (Código: 11)

Como é o Fluxo?

Ponto-chave: O cartório utiliza um conversor para traduzir os códigos. Ao baixar arquivos, ele converte do virtual para o real. Ao enviar arquivos, ele converte do real para o virtual.

Fluxo Detalhado:

  1. O Banco do Brasil envia a remessa para o município virtual (ex: 3911111).
  2. O cartório normal (do Município A ou B) acessa o sistema usando o login do cartório virtual e baixa esta remessa.
  3. O cartório passa a remessa baixada no conversor, que troca o código IBGE virtual (3911111) e o código do cartório virtual (ex: 99) pelos códigos reais (ex: 3311111 e 01).
  4. O cartório confirma a remessa em seu sistema local.
  5. O cartório pega o arquivo de Confirmação ou Retorno gerado, passa no conversor novamente (trocando de real para virtual) e faz o upload para a CRA.
  6. Este processo de conversão (virtual -> real no download, real -> virtual no upload) se aplica a todos os arquivos: Remessa, Desistência, Cancelamento e Retorno.
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